terça-feira, 19 de agosto de 2014

INTERCONECTIVIDADE/AMOR



Mensagem do Grupo Arcturiano Por Marilyn Rafaelle
Em 1º de agosto de 2014


      O Grupo Arcturiano novamente deseja falar sobre o amor porque a compreensão da verdadeira essência do amor é de máxima importância enquanto as pessoas da terra avançam.

O sistema de crença tridimensional contém uma infinidade de conceitos em relação ao amor – nenhum deles é real.

O Amor é a “cola” que mantém unido tudo da criação – ELE é a energia da interconectividade entre todas as coisas viventes na Consciência Divina Una.

Ele é a única energia, substância e atividade fluindo em e através de todas as formas de vida aparentemente separadas, mas sempre é UM porque é tudo o que existe – Onipresença.

A conexão sagrada entre toda vida é vivenciada por todos e o mundo lhe deu o nome de amor.

Por causa da ignorância espiritual do sistema de crença tridimensional, este sentido de conexão ou “amor”, com o passar do tempo tornou-se pessoal e universalmente categorizado, limitado e regulamentado por crenças muito afastadas do que o amor realmente é.

O AMOR É e ele não pode ser categorizado ou receber faixas de “apropriado” ou “inapropriado” a partir do que ele é julgado.

Toda vida está e é de uma e somente uma vida e tudo está conectado pela virtude disto.

Como com todas as questões da vida, o estado de consciência de um indivíduo interpreta a energia da interconectividade (amor) de acordo com o seu sistema de crença particular e então manifesta positivamente (ações que refletem unidade) ou negativamente (guerra, violência, abuso) – julgando quem é merecedor de amor e quem não é.

Para o aluno espiritual sério, já é tempo de ir além das visões tridimensionais de amor e entrar numa conscientização, aceitação e prática que reflete a Unidade.

O amor não é atração sexual, nem é uma reação emocional (positiva ou negativa) que vocês podem sentir pelo outro apesar de que frequentemente é uma faceta dele, principalmente com aqueles que vocês conheceram muito bem em outras vidas.

O Amor não é algo que pode ser recusado ou dado de acordo com um capricho do ego.

O AMOR É – e ponto final.

Com o passar do tempo uma consciência mundial não desperta reuniu regras e limitações ao amor – categorias de emoção, atração, aceitação, dogma religioso, merecimento, etc., etc. – declarando somente certas categorias de amor como aceitáveis.

Algumas dessas regras eram necessárias na época em que foram criadas.

Entretanto, este é um novo tempo, um tempo para deixar esses conceitos e crenças.

O AMOR É, sempre foi e sempre será, e jamais pode ser limitado ou mudado independentemente de quantas interpretações falsas sobre ele as mentes tridimensionais possam imaginar.

Muitos ainda se debatem com a ideia do amor como Unidade por causa de crenças enraizadas sobre o amor ser uma emoção de atração ou aceitação.

Por causa disso, eles acham que são incapazes de amar tanto a si mesmos como qualquer outro que parece estar causando problema para os outros.

Isto é compreensível, não se julguem por isso, mas, ao contrário, entendam que lhes foi ensinado e vocês viveram esses conceitos vida após vida, fazendo-os permanecer na memória celular que é o que agora vocês são capazes de reconhecer e limpar.

A maioria não estava preparada para essas verdades profundas até agora.

Os conceitos de amor são continuamente apresentados para o mundo por aqueles que se acreditam ser autoridades intelectuais e espirituais.

Isto está bem a algum nível, mas, como alunos espirituais, vocês foram além da necessidade de outros lhes dizerem o que é verdade e o que não é, vocês alcançaram esse estado de consciência em que vocês podem ser informados a partir de seu interior.

Normalmente crenças antigas são mantidas por muito tempo após elas não servirem mais, simplesmente porque um indivíduo nunca sentiu ser importante dar uma boa observada em si ou questionar seu sistema de crença.

É quando um “chamado para despertar” pode se manifestar.

O AMOR É a energia da Unidade, a conscientização de uma natureza divina inata em toda vida.

Mesmo quando eventos exigem que vocês falem com firmeza, ou disciplinem o outro, vocês somente precisam manter silenciosa e secretamente um reconhecimento da divindade dele para estar amando-o.

Quando vocês tomam conhecimento das atrocidades no mundo ou até em suas próprias famílias, não se espera que vocês sintam carinho ou amor por elas.

É perfeitamente aceitável que vocês assinem uma petição ou protestem se forem orientados, mas sempre o façam do ponto de vista de saber que todos são um dentro do Um independentemente das aparências externas.

Viver desde o AMOR nunca significa ser o capacho do outro, mas significa reconhecer a si e aos outros por quem vocês e eles realmente são enquanto vocês fazem ou dizem o que é necessário.

Esta é a prática de não dar poder às aparências externas ilusórias.

A divindade dos indivíduos que causam problema e dor aos outros pode ser muito difícil de reconhecer e eles podem jamais constatá-la nesta vida, mas sua tarefa é saber que ela está aí.

Isso é amor, é assim como vocês amam e é assim como vocês acrescentam luz à consciência mundial e ajudam a dissipar a densidade da consciência de separação.

Até a raça humana aprender a amar no sentido mais verdadeiro, o amor permanecerá trancado em conceitos e crenças obsoletos.

Interiorizem-se e se perguntem: “O que é amor? No que eu acredito sobre o amor? O que eu preciso deixar ir para mudar para o sentido mais verdadeiro de amor?”.

Sejam muito, mas muito honestos enquanto examinam suas próprias crenças particulares sobre o amor e estejam cientes de que deixar ir crenças limitantes mantidas há muito tempo provavelmente afetará sua interação com aqueles ao seu redor que somente conhecem o seu você “antigo”.

Na terceira dimensão, amar outros frequentemente flui da crença de que há alguém que é inferior e precisa ser “consertado”.

Esta atitude para assistir outros reflete dualidade – a crença de que o doador é abençoado, mas o receptor não é e normalmente serve para alimentar o ego do doador que se considera ser mais espiritual ou “santo” por causa de seu “sacrifício”.

A vida é cheia de oportunidades de ajudar física, emocional ou mentalmente os outros e esta é uma atividade certa.

Entretanto para o espiritualmente atento, a ação amorosa dever fluir de um sentido superior, um em que o receptor é reconhecido como sendo tão espiritual quanto o doador – igual, mas experimentando diferentes lições de vida e talvez vivendo a partir de um estado de consciência diferente desta vez.

Nunca tenham medo de oferecer assistência SE ELA FOR DESEJADA, mas sempre estejam atentos às sugestões do ego incitando-os a acreditar que vocês sabem o que é melhor para o outro.

Sempre sejam orientados por sua intuição, interiorizando-se e perguntando se vocês não tiverem certeza.

Há alguns que simplesmente precisam cair por terra antes de poder experimentar os meios superiores ou melhores de aprender, e apesar de difícil, é amoroso apenas permitir que eles o façam.

AMANDO VOCÊS no sentido mais alto de amor,

Nós somos o Grupo Arcturiano.     
    
Direitos Autorais:     

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Luz de Gaia

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

MENSAGEM DE MÃE MARIA




Amados Filhos,

Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.

Aquietai-vos, amados, é hora de mergulhar em profundo silêncio para que possais acalmar vossas mentes e corações e realizar o urgente trabalho de revelar a paz.

O mundo precisa de paz!

É tempo de transformar em amor a negatividade que permeia vosso mundo, e que é a única responsável pelo surgimento das guerras e revoltas, eis que é ela que fomenta a intransigência, a intolerância e tudo o mais que abastece de ódio e rancor o coração e a mente do ser humano.

O ódio, o rancor e a intolerância são os frutos da negatividade do ser humano, responsáveis pela separação que levou os Filhos da Terra a se afastarem da divindade, para cultuarem o ego-personalidade que sempre justifica todas as ações egoístas em nome da necessidade que o homem tem de manipular o poder, para possuir sempre mais.

“Destruir para ter” nunca trará felicidade aos Filhos da Terra.

A destruição leva a desesperança, e amplia o fosso da separação, gerando sempre mais ódio, mais destruição, mais intolerância, mais guerras.

É tempo de dar um basta a esse estado de coisas em vosso mundo, amados!

É tempo de agir em prol do bem comum, e esse agir exige de todos vós a compreensão que só o silêncio pode oferecer, eis que o silêncio vos coloca em um estado de paz que faz brilhar a luz em vossos corações, e vos leva a exercitar o desejo da alma, que é o desejo do Pai para todos os seres sem distinção: paz, amor, plenitude, redenção.

O Pai vos oferece a compreensão como meio de atingirdes o conhecimento, conhecimento esse que vos leva no caminho da verdade e vos devolve a sabedoria divina, para que seja possível novamente o germinar da semente da unidade.

UNIDADE, amados!

O rebanho precisa ser novamente reunido, para que o propósito que vos trouxe ao mundo da ilusão seja cumprido, o propósito que exige de vós buscar atrair vossos irmãos para a senda da verdade, para que a luz da sabedoria brote em todos os corações e permita o florescer do amor do 

Pai em todos os habitantes de vosso planeta.

Buscai atuar em prol do vosso propósito, amados, eis que ele é único e precisa se revelar para que todos os Filhos da Terra escolham voltar ao seio da Mãe, onde o néctar da vida alimenta a todos com o sal da Terra reunificando em suas essências a polaridade que foi necessária existir em vossas trajetórias, para que o aprendizado em vosso mundo fosse possível, e a redenção vos devolvesse o êxtase da atemporalidade.

A vida vos sorri, amados, e é preciso que possais devolver o sorriso, reconhecendo que tudo que existe em vosso mundo vem do Pai e aí está com um único propósito, o de reconhecerdes que para serdes uno com o 
Pai precisais, primeiramente, serdes uno com os vossos irmãos, construindo assim o sólido alicerce que oferece a toda a humanidade a unidade com todos os seres em todas as dimensões.

Tudo vem do Pai e a longa estrada que vos leva a Ele passa neste instante sagrado de vossas evoluções pelo resgate do estado de paz como forma de deixar eclodir o amor em todos os corações, o amor que tem o poder de reunificar todos os povos, eliminando todas as falsas diferenças que, neste momento, estão sendo mais e mais exacerbadas pelas guerras sem sentido, pelo ódio que atravessa fronteiras e alarga a ferida da incompreensão.

Amor, amados, o mundo precisa resgatar a linguagem do coração que faz retornar a compaixão e multiplica a fraternidade, para que o compartilhar retorne na vida dos Filhos da Terra, e para que o mundo volte a ser o espaço sagrado onde cada partícula de vida floresce em estado de paz.

Bem amados, que vossas orações se intensifiquem em prol da paz em vosso planeta, para que a insanidade de poucos seja sobrepujada pelo amor dos milhões de irmãos que já compreendem que as falsas diferenças entre os Filhos da Terra precisam ser diluídas na manifestação do amor incondicional.

Bem amados, Eu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou 
Maria, Vossa Mãe.

SP-04/08/2014- Mensagem de Mãe Maria-12-2014 recebida por Jane M. 
Ribeiro.


TÉCNICA DE OLHAR NO ESPELHO



Todos desejamos nos relacionar bem com os outros, em qualquer setor de nossas vidas. Afinal, é na qualidade dos nossos relacionamentos que se baseia a conquista da nossa felicidade. Sem tal expertise, você esbarra em desentendimentos, mal-entendidos, distorções da realidade. 

Cria situações equivocadas, de resultados desagradáveis. Além disso, aprender a lidar bem com o próximo é saber lidar consigo mesma de forma objetiva e verdadeira. É como se você se colocasse diante de um espelho, que, além de refletir sua forma física, mostrasse também seu mundo interior.

Viciada em olhar para fora, talvez você não saiba como fazer isso. Mas não é difícil e sempre há tempo de começar. O primeiro passo? Feche os olhos para o mundo exterior. Ignore os pensamentos que surgirem e procure mergulhar fundo no que sente. Se algum pensamento intervir, mande-o embora. Com um pouco de treinamento você vai conseguir. É nesse momento que irá ligar-se com o seu eu interior, tomando consciência do que seu espírito precisa para ficar bem. Quais aspirações ele trouxe para esta vida, quais fatores são importantes para seu progresso. Inclusive, revela a sua vocação que, se respeitada, lhe trará prosperidade e realização profissional.

O espírito possui dentro de si todos os elementos que precisa para progredir nesta vida. Se bem utilizados, proporcionarão experiências muito ricas de amadurecimento interior - sem necessidade de sofrimento para o crescimento espiritual. Mas atenção à diferença que há entre o que pensamos e o que sentimos!

Nosso pensamento reflete crenças aprendidas (quase sempre erradas!), veiculadas conforme a cultura do país. São passadas de pais para filhos ou ministradas por professores. Sem nenhuma comprovação, nenhuma delas resistirias uma análise mais apurada. Assim, o tempo se encarrega de desmenti-las.

Já quando buscamos os nossos sentimentos, estamos percebendo o que somos. Nesse momento, nossos medos aparecem com nitidez e precisamos enfrentá-los. O fato de ignorarmos nosso espírito nos faz temer a morte, limita nossa ousadia, apaga nossa luz, coloca-nos na mediocridade e na depressão. Entretanto, se buscarmos ir mais fundo em nossos sentimentos, vamos conhecer nosso lado verdadeiro. Aquele espaço onde desejamos o melhor, amamos a beleza, a harmonia, a paz.

Desejamos querer bem e ser queridos. Aprofundando-nos mais, chegaremos ao nosso lado ético, iluminado, onde se reflete a essência divina. Então, experimentaremos um enorme respeito pelo próximo, pela vida, pela natureza e desejaremos participar ativamente de tudo que proporcione não só o nosso bem-estar, mas também o do próximo.

Se você perseverar nesse exercício, vai chegar a um ponto de equilíbrio mais eficiente. Mudar sua maneira de olhar os fatos do dia a dia, agir de forma diferente do que fazia. Isso melhorará o resultado de todos os acontecimentos de sua vida. Sua intuição ficará mais clara, levando-a a perceber com mais facilidade como se relacionar com os outros. 

Acautelando-se quanto aos pontos fracos ou confiando mais em quem merece, terá sucesso em todos os seus relacionamentos.
Vencidos seus medos, a vida lhe dará provas dos valores eternos do espírito. Para obter tudo isso, autoconhecimento é fundamental! Você precisará querer, valorizar seu universo interior, libertar-se das convenções do mundo, abrir as portas do seu espírito. Tudo isso para, afinal, permitir que aflore todas as qualidades que ele possui, expressando-se em toda a sua força, beleza e luz.

Zíbia Gasparetto

VOCÊ TEM O PODER DE POSSUIR O QUE VOCÊ QUISER


Quero falar com você. Uma conversa íntima que possa chegar ao seu coração e que nos permita trocar idéias sobre seu mundo interior. No dia-a-dia, nós nos envolvemos tanto com os problemas, que esquecemos o quanto é importante entender nossos sentimentos.

Observar como enxergamos o mundo e as pessoas e perceber como reagimos aos desafios que surgem, nos convocando a reavaliar nossas atitudes e nossas escolhas em busca de soluções. Você provavelmente vai dizer que vivemos em um mundo no qual temos deveres, obrigações e que precisamos nos dedicar muito para dar conta de tudo. Pura verdade.

Mas também vale a pena indagar como se faz isso. Sua maneira de olhar para as atividades cotidianas faz a diferença. Pare um pouco e perceba como está agindo.Você costuma ficar todo o tempo protelando coisas desagradáveis, sem enfrentá-las? Vive tentando encontrar soluções para os desafios, mas não toma nenhuma atitude prática? Para não ser mal vista, assume responsabilidades contra a sua vontade? Conta seus problemas para os outros pensando que eles têm mais capacidade do que você para resolvê-los? Precisa provar para o mundo, o tempo todo, o quanto é ótima? Vai da euforia à depressão com facilidade, não encontrando seu ponto de equilíbrio? Não confia em suas decisões e muda de idéia quando alguém a contradiz?
Acha que na vida tudo é difícil e precisa se esforçar ao máximo para alcançar seus objetivos? Sente vergonha de cobrar pelo seu trabalho e sempre afirma que “não liga” para o dinheiro? Se costuma manter esses pensamentos, saiba que, com eles, está limitando seu desempenho, atraindo o que pretende evitar, torturando-se de maneira cruel e obstruindo seu campo mental.

Cultivando valores invertidos, sem perceber seus potenciais e as conquistas do seu espírito, está negando o que você é de fato. Ninguém consegue ser feliz vivendo dessa forma. Ao invés de continuar assim, pode escolher um caminho melhor: descobrir seus verdadeiros sentimentos e procurar agir de acordo com eles.

Vai conseguir isso deixando de lado o convencional, valorizando o que sente. Ligue-se ao seu mundo interior. Reveja todas as suas conquistas, as aspirações de progresso, sinta sua dignidade, a vontade de ser auto-suficiente para comandar sua vida. Sinta que você é uma boa pessoa e sempre procura fazer o melhor.

Então, por que continuar se depreciando, pendurando-se nos outros? Os colegas e amigos só estão interessados em cuidar da própria vida e não têm nenhuma competência para saber o que, de fato, se passa em seu coração; muito menos têm possibilidade de resolver seus problemas. Aprenda a confiar em sua intuição.

Confie também na vida, porque ela sempre responde às suas necessidades. Não cuidou de você mesmo antes de nascer?
Não cuidou quando estava no ventre materno? Não cuida ainda quando seu corpo dorme todas as noites? Não vai cuidar do seu espírito depois da morte do corpo? Confie em si mesma, em seus critérios. Sinta como é uma pessoa forte e jogue fora as dúvidas e os pensamentos ruins que atraem coisas desagradáveis. Você é um espírito eterno, criado perfeito pela inteligência divina.

Para ser feliz precisa tomar consciência de todo bem já conquistado e dos pontos fracos que estão aí apenas porque você ainda os ignora. Abra seu espírito, enxergue a vida como ela realmente é, sinta sua verdade e siga em frente. Você pode.

O mérito, acredite, será todo seu!

Zíbia Gasparetto

terça-feira, 12 de agosto de 2014

OS PENSAMENTOS TEM ORIGEM NA IMAGINAÇÃO


Você consegue parar de pensar pelo menos por alguns segundos? Isso é tão difícil que os hindus, para conseguir meditar sem que os pensamentos atrapalhem, inventaram os mantras. Repetindo-os durante a meditação, conseguem entrar em um estado especial de relaxamento e de paz.

Pensar é tão natural como respirar. Mas se a respiração seguramos o ar purificado e jogamos fora o que não serve, com o pensamento ainda não aprendemos a fazê-lo. E isso faz a diferença. Alimentamos e damos força a muitos pensamentos tóxicos que envenenam nossa vida, causam problemas, chegando a materializar situações dolorosas, tragédias e doenças.

Meus amigos espirituais dizem que 80% de nossos problemas vêm desses pensamentos. É uma porcentagem alta e vale a pena estudarmos melhor esse assunto.

Você acha exagero? É mais cômodo acreditar que sua doença foi causada por um vírus, que a amiga foi “vitima” daquele acidente de carro, que aquele alcoólatra na família seja um carma, que a obsessão do seu filho é causada pela perseguição de um espírito desencarnado. Há quem diga até que “desenvolver” a mediunidade cura todas essas coisas, como se ‘receber’ espíritos possa por si só equilibrar emocionalmente uma pessoa.

Reconhecer que 80% dos problemas que lhe afligem vêm de suas atitudes, de sua invigilância, de sua insegurança ou falta de controle significa assumir completa responsabilidade por sua vida.

Não esperar nada dos outros e usar a própria força para melhorar será um grande passo. Examinar seus verdadeiros sentimentos, rever suas crenças, avaliar e trabalhar para restaurar sua saúde interior são esforços que só você pode realizar e que terá como resultado o bem-estar que você deseja.

O pensamento tem origem na imaginação. Quando ele nos impressiona e lhe damos força, torna-se uma crença cuja energia se instala em nossa aura como uma verdade. Nosso subconsciente, cuja função é materializar nossas crenças, vai trabalhar para criar o que acreditamos. A essa altura, aquele pensamento ao qual demos força tomou a forma e o teor do que idealizamos. Os cientistas dão-lhe o nome de formas-pensamentos e nós constumamos chamar de ‘amebas’ energéticas.

Se alguém lhe disse que é perigoso dirigir na estrada, ou se você leu sobre um acidente de carro no jornal e sentiu medo de que lhe aconteça o mesmo e não deu ouvidos, tudo bem, logo esquecerá o incidente. Porém se  impressionou, alimentou o medo e acovardou-se, dependendo da intensidade de como fez isso, criou uma ‘ameba’ em sua aura que a partir daí vai pressioná-la todas as vezes que precisar dirigir na estrada, fazendo-a sentir medo e desistir. Se você não reagir, acabará prisioneira dela, não dirigindo mais, até que a enfrente fazendo exatamente o oposto. Já pensou como será sua vida se você criar muitas delas?

Muitos pesadelos, loucuras, visões, doenças psicossomáticas e até síndrome do pânico têm origem nessas ‘amebas’. Um bom terapeuta, familiarizado com elas, poderá ser de grande ajuda para identificá-las. Entretanto, só a própria pessoa terá o poder de eliminá-las, quando resolver enfrentá-las.

Os médiuns nos centros espíritas captam essas formas-pensamentos das auras das pessoas e julgam tratar-se de um espírito desencarnado. Só os mais experientes conseguem perceber a diferença, porque os sintomas são iguais. A ameba transmite toda a carga da emoção de que a carrega. Quando o médium faz essa captação, o possuidor da ameba registra uma melhora temporária, porque a carga de energia diminui, mas como ele continua a alimentá-la, mantendo as mesmas idéias, logo voltará ao estado interior. Eis por que certas pessoas têm o passe como um alívio apenas temporário.

Se você vem sofrendo há muitos anos sem solução, se sua vida vai mal e tudo parece estar conspirando contra sua felicidade, preste atenção às conversas que costuma manter consigo mesmo. Elas são a chave de todos os seus problemas. Suas amebas estão lá, impressionando você, bloqueando seu desenvolvimento. Se não acredita, experimente.

Perceba quantas vezes se critica, se agride, se coloca contra você, destruindo seu entusiasmo, sua alegria de viver. Quantas crenças captou dos parentes ou professores de infância, sem nunca ter questionado se eram verdadeiras? Coisas como: “Tomar banho depois do almoço faz mal!” ou “Não pode lavar a cabeça quando menstruada”. Hoje, quem acreditaria nisso? Se essas já foram eliminadas, quantas outras estão lhe controlando?

Fazer afirmações positivas, criar “amebas” otimistas que nos encorajem e tragam alegria é trabalho de cada um. Eu, que já venho fazendo isso há algum tempo, garanto que isso funciona. Sinto-me saudável, alegre e feliz.

Você não gostaria de fazer o mesmo?

Zíbia Gasparetto

RENOVANDO ATITUDES DE PERDÃO



Nosso conceito de perdão tanto pode facilitar quanto limitar nossa capacidade de perdoar. Por possuirmos crenças negativas de que perdoar é ―ser apático com os erros alheios, ou mesmo, é aceitar de forma passiva tudo o que os outros nos fazem, é que supomos estar perdoando quando aceitamos agressões, abusos, manipulações e desrespeito aos nossos direitos e limites pessoais, como se nada tivesse acontecendo.

Perdoar não é apoiar comportamentos que nos tragam dores físicas ou morais, não é fingir que tudo corre muito bem quando sabemos que tudo em nossa volta está em ruínas. Perdoar não é ―ser conivente com as condutas inadequadas de parentes e amigos, mas ter compaixão, ou seja, entendimento maior através do amor incondicional. Portanto, é um ―modo de viver

O ser humano, muitas vezes, confunde o ―ato de perdoar com a negação dos próprios sentimentos, emoções e anseios, reprimindo mágoas e usando supostamente o ―perdão como desculpa para fugir da realidade que, se assumida, poderia como consequência alterar toda uma vida de relacionamento.

Uma das ferramentas básicas para alcançarmos o perdão real é manter-nos a uma certa ―distância psíquica da pessoa-problema, ou das discussões, bem como dos diálogos mentais que giram de modo constante no nosso psiquismo, porque
estamos engajados emocionalmente nesses envolvimentos neuróticos.

Ao desprendermo-nos mentalmente, passamos a usar de modo construtivo os poderes do nosso pensamento, evitando os ―deveria ter falado ou agido e eliminando de nossa produção imaginativa os acontecimentos infelizes e destrutivos que ocorreram conosco.

Em muitas ocasiões, elaboramos interpretações exageradas de suscetibilidade e caímos em impulsos estranhos e desequilibrados, que causam em nossa energia mental uma sobrecarga, fazendo com que o cansaço tome conta do cérebro. A exaustão íntima é profunda.

A mente recheada de idéias desconexas dificulta o perdão, e somente desligando-nos da agressão ou do desrespeito ocorrido é que o pensamento sintoniza com as faixas da clareza e da nitidez, no processo denominado ―renovação da atmosfera mental.

É fator imprescindível, ao ―separar-nos emocionalmente de acontecimentos e de criaturas em desequilíbrio, a terapia da prece, como forma de resgatar a harmonização de nosso ―halo mental. Método sempre eficaz, restaura-nos os sentimentos de paz e serenidade, propiciando-nos maior facilidade de harmonização interior.

A qualidade do pensamento determina a ―ideação construtiva ou negativa, isto é, somos arquitetos de verdadeiros ―quadros mentais que circulam sistematicamente em nossa própria órbita áurica. Por nossa capacidade de ―gerar imagens ser fenomenal, é que essas mesmas criações nos fazem ficar presos em ―mono-idéias. Desejaríamos tanto esquecer, mas somos forçados a lembrar, repetidas vezes, pelo fenômeno ―produção-conseqüência.

Desligar-se ou desconectar-se não é um processo que nos torna insensíveis e frios, como criaturas totalmente impermeáveis às ofensas e críticas e que vivem sempre numa atmosfera do tipo ―ninguém mais vai me atingir ou machucar. Desligar-se quer dizer deixar de alimentar-se das emoções alheias, desvinculando-se mentalmente dessas relações doentias de hipnoses magnéticas, de alucinações íntimas, de represálias, de desforras de qualquer matiz ou de problemas que não podemos solucionar no momento.

Ao soltar-nos vibracionalmente desses contextos complexos, ao desatar-nos desses fluidos que nos amarram a essas crises e conflitos existenciais, poderemos ter a grande chance de enxergar novas formas de resolver dificuldades com uma visão mais generalizada das coisas e de encontrar, cada vez mais, instrumentos adequados para desenvolvermos a nobre tarefa de nos compreender e de compreender os outros.

Quando acreditamos que cada ser humano é capaz de resolver seus dramas e é responsável pelos seus feitos na vida, aceitamos fazer esse ―distanciamento mais facilmente, permitindo que ele seja e se comporte como queira, dando-nos também essa mesma liberdade.

Viver impondo certa ―distância psicológica às pessoas e às coisas problemáticas, seja entes queridos difíceis, seja companheiros complicados, não significa que deixaremos de nos importar com eles, ou de amá-los ou de perdoar-lhes, mas sim que viveremos sem enlouquecer pela ânsia de tudo compreender, padecer, suportar e admitir.

Além do que, desligamento nos motiva ao perdão com maior facilidade, pelo grau de libertação mental, que nos induz a viver sintonizados em nossa própria vida e na plena afirmação positiva de que ―tudo deverá tomar o curso certo, se minha mente estiver em serenidade.

Compreendendo por fim que, ao promovermos ―desconexão psicológica, teremos sempre mais habilidade e disponibilidade para perceber o processo que há por trás dos comportamentos agressivos, o que nos permitirá não reagir da maneira como o fazíamos, mas olhar ―como é e como está sendo feito nosso modo de nos relacionar com os outros. Isso nos leva, conseqüentemente, a começar a entender a ―dinâmica do perdão.

Uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o vital contato com nós mesmos, desligando-nos de toda e qualquer ―intrusão mental, para logo em seguida buscar uma real empatia com as pessoas. 

Deixamos de ser vítimas de forças fora de nosso controle para transformar-nos em pessoas que criam sua própria realidade de vida, baseadas não nas críticas e ofensas do mundo, mas na sua percepção da verdade e na vontade própria.

Aprendendo a perdoar
Capítulo 10, item 2

Renovando Atitudes -  Francisco do Espirito Santo Neto   ditado por Hammed

sábado, 9 de agosto de 2014

A NECESSIDADE DE CONTROLAR



Querer controlar é um movimento para o exterior que tem tensão. Quando você sente medo em alguma situação, em seguida, sua mente envia uma preocupação que o faz pensar: "preciso ligar para ele para ver se está bem", "tenho que fazer isso, senão, pode acontecer aquilo outro" etc.. Esse movimento para o exterior está baseado no medo. Se você estiver lendo notícias ou vendo o noticiário na TV, logo estará sentindo ainda mais tensão, com medo de que aconteça algo aos seus entes queridos.

Na verdade, você não pode controlar nada no entorno para evitar que aconteça alguma coisa. E o mais importante é que você está sofrendo por isso. O fato de sofrer por quem amamos nos faz pensar, de alguma maneira, que é mais uma forma de amor, mas não é bem assim. Sofrendo, você se machuca e machuca outras pessoas também. Ensina os outros a ter medo em vez de confiar. Então, que tal se descobrirmos essa segurança interior onde o amor flui, o momento é cheio de alegria e você pode compartilhar sua paz com todos?

Pois bem, se você está em um desses ataques de controle, o que você pode fazer? É necessário parar e ir para dentro. Exatamente no momento em que você sente esse movimento para o exterior, aí você tem que ser consciente e se lembrar: volto para mim, volto para dentro. Se você pratica as facetas do meu sistema, pode pensar numa delas. Caso não, o fato de ter a intenção de se conectar consigo, de ir além do automático, em si, será muito positivo para você, para sua saúde, para seu sentir. Você está escolhendo uma mudança.

E quando são assuntos ou ações que se relacionam com nossos apegos, temos que ser muito mais claros ainda. Você pode se perguntar: "por que há tanto medo?". E geralmente é por algo que aconteceu no passado, porque nossos medos não são racionais e se disparam automaticamente, porque sempre estamos preocupados de que possa acontecer alguma coisa, preocupados com dinheiro, preocupados pelas pessoas que amamos, preocupados com nossos trabalhos, com nossas dependências, em resumo, com nossos apegos.

Então, algo prático para se lembrar. Quando você vê esse movimento de querer ligar pelo telefone, preocupado, pare aí. Sinta essa tensão do seu interno para seu externo, aí você pára e não atua. Tome um momento para sentir que emoção está aí por debaixo, observe-a, conecte-se a ela, deixe que ela saia ou se dissolva sozinha com sua presença e, assim, sem medo e com clareza, escolha que ação tomar. Dessa forma, estará escolhendo o amor em vez do medo. Escolha compartilhar a natureza da consciência, escolha sua paz e, assim, poder dar isso a seus entes queridos; escolha se amar e assim ser incondicional com o amor; isso é mais importante que o fato de que o medo ganhe e que, como se fosse seu dono, governe e impulsione você a fazer o que sempre fez; talvez a mesma coisa que faziam sua mãe, pai, avó.

Quando vou para dentro, desmascaro o lugar que me provoca esse escape externo com temor, começo a amá-lo e permito que se dissolva nesse amor que cresce em mim, pois posso ver que o medo não é real agora, é somente algo do passado que me faz querer controlar, como se fosse perder algo ou como se aquela situação fosse se repetir.

É claro que quando falo do medo e do controle, eu não estou falando da maturidade e eficiência para organização. Se você é o gerente de uma empresa, é óbvio que você deve organizar seu pessoal. É claro que você precisa organizar a sua vida e você o faz, você tem suas obrigações de adulto. Não estou falando desse tipo de controle, não estou falando de estar passivo, mas de ver quando o medo está apegado aí e, então, usar esse movimento de preocupação para parar e ver, sentir e se transformar.

E assim, vai tirando essa energia, essa carga pesada ligada ao passado que está pintando neste momento presente e não lhe permite criar algo novo, apenas o deixa preso nesse passado quando, na verdade, este é um novo momento: agora!

Então, lembre-se: "minha paz é mais importante, vou encontrar esse lugar dentro de mim e vou amá-lo para que todo o medo gravado aí possa se dissolver". Outra forma de amar-se que você pode usar essa semana, sim? E depois você me conta.

a.d.