quinta-feira, 6 de março de 2014

O VERDADEIRO SANTUÁRIO




Todos os edifícios religiosos que existem pelo mundo devem ser respeitados. Graças ao fervor das multidões de fiéis que há séculos foram lá orar, as igrejas, os templos, estão impregnados de uma atmosfera sagrada.

Mas essas construções não resistem ao tempo. Por isso, mesmo os crentes devem admitir que o único verdadeiro templo é o que Deus criou, o universo.

Ele é indestrutível e todas as entidades com que o Criador povoou este templo são outras tantas manifestações da sua presença. Mesmo que não as vejamos, essas entidades existem e estão aí para nos ajudar por intermédio da terra, da água, do ar, do fogo, da luz do sol. 

É graças ao sacrifício dessas entidades, graças ao seu amor, ao seu desejo de fazer trocas conosco, que nós estamos vivos, fisicamente, psiquicamente e espiritualmente. 

Devemos, pois, aprender a entrar em contato com elas, respeitá-las e manifestar-lhes o nosso reconhecimento. 


Só aqueles que têm uma consciência desperta ascendem realmente ao santuário.

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL



DE 27 DE FEVEREIRO DE 2014

Vocês já perceberam que o ato da entrega pode colocá-los diretamente em sua trajetória de cura, mesmo se não tiverem certeza do que precisa ser curado?

Entrega e fluxo ultrapassa o desejo específico da mente e permite que uma inteligência maior, a de sua alma, seus guias e do universo lhes dê exatamente o que vocês precisam.

Vocês simplesmente não podem se enganar ao navegar desta maneira por sua expressão de vida.

Então, se vocês têm uma área de sua vida que parece travada e vocês estão inseguros de como retificar a situação, simplesmente entreguem e permitam que o universo opere a magia dele, tendo a certeza de que o melhor resultado será experimentado em tempo recorde.

Isso não é desistir, Queridos.

É entregar para o Alto, que é o método do ser humano empoderado.

Arcanjo Gabriel

Canalizado por Shelley Young


 http://trinityesoterics.com

TRIBUTO AO TEMPO




Dizem que a vida é curta, mas não é verdade...

A vida é longa...

Para quem consegue viver pequenas felicidades...

E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança tranqüila brincando de esconde-esconde...

Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionando “NÃOS” :

.. a viagem que não fizemos,
.. o presente que não demos,
.. a festa que não fomos,
.. o amor que não vivemos,
.. o perfume que não sentimos.

A vida é mais emocionante quando se é ator e não expectador, quando se é
piloto e não passageiro,
pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.

E como ela é feita de instantes, não pode, nem deve, ser medida em anos ou
meses, mas em minutos e segundos...

Esta mensagem é um tributo ao tempo...

Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele tempo
que você não vai desperdiçar no futuro.

Porque a vida é agora...

Não tenha medo do futuro, apenas lute e se esforce ao máximo para que ele
seja do jeito que você sempre desejou.

A morte não é a maior perda da vida...

A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.

Dalai Lama


MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL



DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014

Quando a atividade solar fica muito intensa, ela pode afetar os seres humanos numa variedade de modos, tais como fadiga, desidratação, dores de cabeça, irritabilidade.

Ela também pode energizar e inspirar, e movê-los para um nível totalmente novo de estado de ser energético.
Sempre que as energias estão intensas, é um sinal para simplificar sua vida o máximo possível e para se focalizar no auto cuidado amoroso e sensível.

Sejam bondosos e gentis com vocês mesmos.

Passem algum tempo ao ar livre.

Meditem.

Ouçam seu corpo e lhe dêem o que ele está pedindo: pode ser determinados alimentos, hidratação ou descanso.

Fiquem imersos em água salgada.

Façam ioga ou qualquer outra atividade de purificação de energia.

E acima de tudo, saibam que tudo isso é parte do processo, parte de sua própria evolução e o que sua alma está ansiosa para experimentar o tempo todo.

Por aceitar essas energias, vocês podem se alterar com graça, facilidade, apreciação e maravilha.

Arcanjo Gabriel

 Canalizado por Shelley Young

http://trinityesoterics.com


sábado, 1 de março de 2014

QUEIXAS E RESSENTIMENTOS



Queixar-se  é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer.

Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo.

Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: “idiota”, “desgraçado”, “prostituta”, “etc”, todas essas afirmações definitivas contra as quais não se pode argumentar.

No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos.

Não muito abaixo disso se encontra a violência física.

O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso.

Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego em nós. Algumas vezes, a “falta” que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior.

Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo o resto, nós a tornamos maior do que ela realmente é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro, o ego.

Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo.

No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana insana. 

Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece.

Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas.

Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes aqui e agora.

Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência dele que é o ego. A não-reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.

O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações.

O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre os mesmos: “isso não deveria estar acontecendo”, “não quero estar aqui”, “estou agindo contra minha vontade”, “o tratamento que estou recebendo é injusto”, “etc”. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si, o agora.

Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento.

Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida – desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros.

“Como você se atreve a me servir uma sopa fria?”

Isso é se queixar, isso é ego.

Nessa situação, existe um “eu” que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um “eu” que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando e continuar existindo.

Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça – talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo – e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento.

Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela.

Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz.

Atrás, em segundo plano, está a consciência.

À frente, se situa a voz, aquele que pensa, o ego.

Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada.

No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado.

O ego implica inconsciência.

Ele e a consciência não conseguem coexistir.

O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por mais um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.

Só a prática da auto-observação consciente leva ao despertar da consciência e consequentemente com a eliminação do ego.
(para quem realmente quer acordar da ilusão)


Eckhart Tolle

CANALIZAÇÃO DE SÉRGIO NOGUEIRA



26 de fevereiro de 2014


Queridos, que a luz do criador cobra todos vocês.

Estejam atentos e abertos para as mudanças que restam, atentos para soltar as amarras que ainda existem.

Pode parecer que são as mais árduas, mas saibam que não são. Não que tenham menos valor, ou mereçam menos importância, mas cada um de vocês se estiver em equilíbrio, aberto e focado em seu caminho, tem o conhecimento suficiente para darem mais estes passos.

Tudo no universo tem seu ciclo, tudo tem seu tempo de começar e terminar. Terminem aquilo que precisa ser terminado, sem medo, sem apegos, para que possam dar início para tudo aquilo que precisa ser iniciado.

Estejam atentos ao ego, para que assim possam estar no controle de seus passos em direção a luz e o amor.

Fiquem e se mantenham na luz e no amor divino.

Os confederados.


Canalizado por Sérgio Nogueira da Fraternidade Lírio Branco.

NÃO DEIXE SEU AMOR SE TRANSFORMAR EM ÓDIO



A maioria dos relacionamentos, principalmente os mais íntimos, apresentam defeitos profundos. Durante um tempo, eles podem dar a impressão de serem perfeitos, como quando estamos apaixonados, mas, invariavelmente, essa perfeição aparente acaba destruída por discussões, conflitos, insatisfações, e até mesmo por violência física e emocional, que passa a acontecer com uma frequência cada vez maior.

Parece que a maioria dos “relacionamentos amorosos” não leva muito tempo para se tornar uma relação de amor e ódio. O amor pode se transformar em agressões furiosas, em sentimentos de hostilidade ou, num piscar de olhos, em um completo recuo da afeição. Isso é visto como normal.

Se em seus relacionamentos você vivenciou tanto o “amor” quanto o seu oposto – a agressão, a violência emocional, etc. —, então é provável que você esteja confundindo o apego do ego e a dependência com amor. Não se pode amar alguém em um momento e atacar essa pessoa no momento seguinte. O verdadeiro amor não tem oposto. Se o seu “amor” tem oposto, então não é amor, mas uma grande necessidade do ego de obter um sentido mais profundo e mais completo do eu interior, uma necessidade que a outra pessoa preenche temporariamente. E uma forma de substituição que o ego encontrou, e, por um curto período, ela parece ser mesmo a salvação. Chega então um momento em que o outro passa a se comportar de um modo que deixa de preencher as nossas necessidades, ou melhor, as necessidades do nosso ego. As sensações de medo, sofrimento e falta, que estavam encobertas pelo “relacionamento amoroso”, voltam a aparecer.

Como acontece com qualquer vício, ficamos muito bem enquanto a droga está disponível, mas chega um momento em que a droga não funciona mais.

Quando essas dolorosas sensações de medo reaparecem, nós as sentimos mais fortes do que antes e passamos a ver o outro como a causa de todas essas sensações. Isso significa que estamos projetando no outro essas sensações, por isso nós o agredimos com toda a violência que é parte do nosso sofrimento. Essa agressão pode despertar o sofrimento do outro, que é induzido a contra-atacar. Nesse ponto, o ego ainda está, inconscientemente, esperando que a agressão ou a tentativa de manipulação seja suficiente para levar o outro a mudar o comportamento, de forma que possa usá-lo, de novo, para encobrir seu sofrimento.

Todo vício surge de uma recusa inconsciente de encararmos nossos próprios sofrimentos. Todo vício começa no sofrimento e termina nele. 

Qualquer que seja o vício – álcool, comida, drogas legais ou ilegais, ou mesmo uma pessoa -, ele é um meio que usamos para encobrir o sofrimento.

É por isso que, passada a euforia inicial, existe tanta infelicidade, tanto sofrimento nos relacionamentos íntimos. Estes não causam o sofrimento e a infelicidade. Eles trazem à superfície o sofrimento e a infelicidade que já estão dentro de nós. Todo vício faz isso. Todo vício chega a um ponto em que já não funciona mais para nós, e, então, sentimos o sofrimento mais forte do que nunca.

Essa é a razão pela qual muitas pessoas estão sempre tentando escapar do momento presente e buscando algum tipo de salvação no futuro. A primeira coisa que devem encontrar é o próprio sofrimento que carregam, e é isso o que mais temem. Se ao menos soubessem como acessar o poder da presença que dissolve o passado e o sofrimento. Se ao menos soubessem como estão perto da própria realidade, como estão perto de Deus.

Evitar se relacionar como uma tentativa de evitar o sofrimento também não é a resposta. O sofrimento está lá, de qualquer jeito. Três relacionamentos infelizes em alguns anos têm mais probabilidade de forçar você a acordar do que três anos em uma ilha deserta ou trancafiado em seu quarto.


Eckhart Tolle